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Foto: Creative Commons

Redação


O isolamento social imposto para tentar conter a disseminação do novo coronavírus provocou mudanças na rotina do ser humano, com efeito cascata. Muitos setores estão sendo altamente impactados – turismo, eventos e o comércio físico são apenas alguns deles. Mas, como em qualquer crise, enquanto alguns perdem, outros ganham. Essa realidade da pandemia tem atingindo as funerárias, que se vê na linha de frente em um cenário atípico: o aumento crescente da demanda e a lucratividade convivendo com desgaste emocional.

Depois que começou a pandemia causada pelo novo coronavírus, a quantidade de sepultamentos diários em cemitérios brasileiros dobrou e até mesmo triplicou em algumas regiões do país. Com números altos de óbitos nos últimos meses, por causa da Covid-19, quem trabalha com o atendimento ao serviço funerário tem lidado com sentimentos, como medo, diariamente. Há informações de afastamento sequencial de funcionários com suspeita de Covid-19, ou visível  desgaste emocional.

 Segundo um trabalhador do sistema funerário de Maringá, que preferiu não se identificar, o anúncio que a concessão de serviços funerários será apurada pelo Ministério Público “causou apreensão no setor, principalmente as funerárias que integram uma espécie de consórcio de atividades”, comentou o funcionário, sem explicar como funciona o sistema. Segundo ele, existem outras irregularidades que precisam ser averiguadas em questões como preparação, velório e sepultamento dos óbitos em decorrência da pandemia .

A recomendação considera as seguintes precauções para o cuidado de vítimas com suspeita ou confirmação da Covid-19: empacotamento e transferência do corpo da sala para a sala de isolamento ou outro ambiente para uma funerária, crematório ou enterro; e garantias de que o pessoal da funerária e o equipamento funerário apliquem as precauções padrão em todos tempo (isto é, executar a higiene das mãos, limpeza ambiental), incluindo o uso adequado de EPI, como avental de mangas compridas, luvas e proteção facial se houver risco de respingos de fluidos corporais paciente ou secreções no corpo ou na face do membro da equipe. “Existe pouca fiscalização nesta área”, comentou.

 

Com informações da URL: undefined - iG @ https://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2020-04-02/funerarias-sao-denunciadas-por-nao-seguir-orientacao-da-oms-no-manejo-de-corpos.html

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